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Manifesto

O mundo atravessa tempos difíceis. A extrema-direita se reorganiza por todo o planeta, atacando direitos, ameaçando liberdades, espalhando o ódio. O fascismo alimenta o preconceito e destrói o meio ambiente, enquanto naturaliza a violência imperialista como vemos nas guerras e no genocídio do povo palestino. Por outro lado, internacionalmente as mulheres têm protagonizado as mais diversas lutas contra esse projeto de ódio e destruição.

Aqui no Brasil, em 2022 elegemos Lula e derrotamos Bolsonaro nas urnas. Com muita luta, pressão popular e defesa firme da democracia, também vimos o golpismo ser levado ao banco dos réus e condenado. Mas não nos enganamos: o bolsonarismo não acabou. Ele segue vivo no Congresso, nas redes, nos quarteis, palácios, escritórios na Faria Lima e gabinetes daqueles que querem o povo com medo, calado e sem direitos.

Em São Paulo, Tarcísio de Freitas aplica uma agenda privatista, autoritária, de extrema direita e antipovo. Os ataques à educação são constantes: nos últimos anos, as universidades paulistas precisaram se mobilizar repetidamente para resistir a sucessivas ofensivas do governo, e os professores da rede pública estadual resistem à constante precarização a que são submetidos. A SABESP foi vendida e, privatizada, passou a entregar um serviço de baixa qualidade e caro, agravando o já preocupante cenário de crise hídrica. Por todo o estado, Tarcísio instalou pedágios que encareceram o custo de vida para beneficiar empresários aliados, e a mira agora está no Metrô, que o governo precariza deliberadamente para ampliar a privatização, como já fez com quase todas as linhas da CPTM. Este também será um ano de luta para livrar São Paulo desse bolsonarista!

Em 2026, esses inimigos do povo querem voltar ainda mais fortes. Querem retomar a Presidência, ampliar sua presença no Congresso, anistiar os golpistas e aplicar uma agenda de retrocessos. Por isso, mais do que nunca, precisamos organizar a indignação da classe trabalhadora, apostar na mobilização como forma de conquistar vitórias, confiar na força das nossas ideias e fazer da coragem uma prática coletiva. Essa coragem tem lado, história e rosto de mulher!

Sâmia Bomfim, deputada federal pelo PSOL, constrói um mandato que serve como megafone das lutas do nosso tempo: pelas mulheres e mães, por renda e emprego, pela soberania do Brasil, pela educação pública, pela ciência e tecnologia, pelo SUS, pela cultura, pelos servidores e serviços públicos, pelo meio ambiente, pela juventude, pelas crianças e o direito à infância, pela reforma agrária, pelas pessoas com deficiência, pela negritude, pelos povos tradicionais e pela população LGBTQIA+.

Feminista, combativa e necessária, Sâmia está onde as lutas acontecem. Nos últimos quatro anos, foi pedra no sapato dos bilionários, do corrupto centrão e da extrema-direita golpista. Enfrentou e derrotou a PEC da Bandidagem através de uma mobilização histórica. Defendeu os movimentos sociais e ajudou a enterrar a CPI que pretendia criminalizar o MST. Esteve com os povos indígenas do baixo Tapajós contra a inaceitável privatização dos rios. Sempre ao lado do movimento feminista, Sâmia barrou o PL do Estupro e enfrentou as sucessivas tentativas de revitimizar meninas e mulheres vítimas de violência sexual. Agora, segue na batalha pela criminalização da misoginia, do discurso redpill e pelo fim do feminicídio.

Com trabalho, coragem e compromisso, Sâmia defendeu o fim da escala 6x1, conquistou avanços inéditos na licença-paternidade para famílias de crianças com deficiência e aprovou na Câmara projetos importantes, como a garantia de aposentadoria para pesquisadores e cientistas, uma reivindicação histórica. Seu mandato não fala sozinho. Ele nasce das ruas, está a serviço dos movimentos sociais e expressa a política em que acreditamos. É esse trabalho que precisa continuar!


Nessa eleição, apoiamos a pré-candidatura de Sâmia Bomfim à reeleição para deputada federal pelo PSOL. Porque ela nunca mudou de lado nem se vendeu. Porque, diante do medo, escolhemos a luta. Diante do ódio, escolhemos a coragem. E, diante de quem quer nos arrancar o futuro, afirmamos novamente: Sâmia é a coragem que nos representa!

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